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10 pílulas que mais causam trombose: a sua está na lista?

Mulheres que fazem uso de pílula anticoncepcional muitas vezes buscam outros métodos contraceptivos por medo de trombose. A condição, de fato, tem uma relação com o medicamento que previne gravidez indesejada, mas o risco absoluto é menor do que muita gente acredita.

Por que a pílula pode provocar trombose?

Ainda não é conhecido o motivo da relação entre anticoncepcional e risco de trombose. Mas estudos indicam que os contraceptivos orais podem desequilibrar o sistema circulatório, que fica mais propício a criar coágulos e, consequentemente, eventos relacionados à trombose.

A trombose normalmente ocorre em duas a três pessoas a cada 10 mil habitantes. Contudo, entre pessoas que usam pílulas perigosas, os números passam a ser de 5 a 9 eventos a cada 10 mil habitantes.

É importante saber que nem todas as pílulas anticoncepcionais elevam o risco de trombose. As que aumentam a incidência da doença são as do tipo “combinado”, que unem derivados do estrogênio a outro hormônio.

Pílulas anticoncepcionais que mais causam trombose. Segundo os médicos, a chance de ter trombose é pequena mesmo para quem ingere esses medicamentos.

Mas mulheres que apresentam fatores de risco devem evitar pílulas anticoncepcionais combinadas, que aumentariam os riscos. As marcas consideradas mais perigosas são:

  • Selene
  • Diane
  • Allestra
  • Belara
  • Ciclo 21
  • Level
  • Stezza
  • Mercilon
  • Microvilar
  • Siblima

Também há indícios de que pílulas combinadas com drospirenona aumentem chance de trombose. Entre as marcas, estão nomes famosos como Yaz, Yasmin e Elani.

Além de buscar novos métodos contraceptivos, mulheres que apresentam fatores de risco para trombose podem apostar em pílulas simples.

Também chamadas de minipílulas, que contêm apenas o hormônio progesterona, que costuma surgir na forma de desogestrel, linestrenol ou noretisterona. Algumas marcas que apresentam esses compostos são Cerazette, Norestin, Juliet e Exluton.

Um dos principais fatores para repensar o uso do anticoncepcional é a presença do histórico de doenças circulatórias e cardiovasculares na família.

Mas condições como obesidade, diabetes, hipertensão, idade maior de 35 anos e tabagismo são outros fatores de risco de trombose relacionado ao uso da pílula.

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